Sede Campestre

O SINVICXS em parceria com o SINDVEST disponibiliza a Sede Campestre para os Sócios.

A temporada de verão 2018-2019 se inicia no dia 17/11 e vai até 31/03.

Somente para Sócios do Sindicato.

 

O associado tem direito ao uso das piscinas e quiosques para lazer, juntamente com toda sua familia em um lugar bem localizado, de facil acesso e com estrutura para recebe-los.

 

ENDEREÇO: Avenida Capivari, n1000, Loteamento Capivari, Caxias do Sul (Proximo a All Need Master Hall)

 

 

VALORES:

35,00 REAIS /MENSALIDADE (direito a toda a familia, filhos até 18 anos – mediante carteira de dependente criada junto ao sindicato)

10,00 REAIS EXAME MEDICO / PESSOA (valido para a temporada)

CONVIDADOS E FILHOS MAIORES DE 18 ANOS 25,00 REAIS POR PESSOA + EXAME MÉDICO

 

O ASSOCIADO DEVE REALIZAR O PAGAMENTO NO SINDICATO E RETIRAR ORDEM DE ENTRADA.

FGTS – Reclamar tem prazo reduzido

URGENTE

 

FGTS – RECLAMAR TEM PRAZO REDUZIDO

 

A partir de novembro de 2019, o empregado só poderá cobrar na justiça os valores não depositados do seu fgts dos ultimos 5 anos.

 

Quem entrar na justiça antes de novembro de 2019, ainda poderá cobrar os ultimos 30 anos.

 

Após sair do emprego, o trabalhador tem o prazo de até 2 anos para cobrar na justiça os valores não pagos.

 

TRT não permite mais entrada uniformizado

IMPORTANTE

 

A Justiça do Trabalho  não permitirá mais o ingresso na mesma, de pessoas com uniformes de empresas de vigilancia.

Referida Proibição se da conforme determina a lei numero 7.102/83, a qual em seu artigo 18 proibe o uso do uniforme quando o vigilante não estiver em efetivo serviço.

Portanto, se voce for comparecer na justiça do trabalho, seja para uma audiencia ou como testemunha, ou para qualquer outra finalidade, não vá uniformizado, pois não poderá entrar.

Friza-se novamente, O UNIFORME DA EMPRESA NÃO PODE SER USADO FORA DO SERVIÇO.

STJ reconhece profissão de vigilante como atividade especial

Tribunal asseverou a possibilidade de se caracterizar a profissão de vigilante como atividade especial, mesmo após 05.03.1997, desde que comprovada a exposição do trabalhador à atividade nociva.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o Recurso Especial nº 1.410.057/RN, decidiu que é possível a caracterização da atividade de vigilante como atividade especial, mesmo após 05/03/1997 (início de vigência do Decreto nº 2.172/97).

Citando a Professora Adriane Bramante, o Ministro Napoleão Nunes Maia Filho (Relator da ação) afirmou que “é inegável que há exposição ao risco iminente e possibilidade de um acidente/acontecimento súbito que pode ocasionar prejuízo à integridade física do trabalhador, principalmente no que tange às atividade de segurança pessoal e patrimonial que, como todos sabemos, atualmente é bastante precária“.

O voto do Relator ainda assentou que é possível o reconhecimento da especialidade da categoria profissional de vigilante independente do uso de arma de fogo ou não, desde que apresentadas provas da permanente exposição do trabalhador à atividade nociva.

Assim, o voto do Relator foi seguido por unanimidade, fixando o entendimento de que é possível a caracterização da atividade de vigilante como especial, mesmo após 5.3.1997, desde que comprovada a exposição do trabalhador à atividade nociva, independente do uso – ou não – de arma de fogo. 

Recurso Especial nº 1.410.057 – RN

Leia aqui na íntegra

Fonte: Previdenciarista

Jantar em Homenagem ao Vigilante

O jantar ocorreu no ultimo sábado 23/06

Na noite do último sábado, aconteceu no CTG Paixão Cortês, o Jantar Dançante em homenagem ao Dia do Vigilante, comemorado no dia 20/06.

Na ocasião o presidente Claudiomir da Silva Brum fez-se presente e comentou sobre as críticas que o Sindicato sofre, mas fez questão de destacar que 90% de seus diretores trabalham como vigilantes, e independente de estarem dentro do sindicato, são iguais ao trabalhador, que está diariamente nos postos. O sindicato independente da direção busca direitos para o trabalhador, e a meta de Claudiomir desde que assumiu a presidência do Sindicato em 2002 é essa, trazer melhorias e benefícios para a categoria.

Apesar de o número de cancelamentos da contribuição sindical ter aumentado, o que é uma negativa para o sindicato, continuamos lutando e representando o trabalhador. O cancelamento só prejudica o trabalhador, que deixa de ter a entidade sindical como representante.

O evento teve público aproximado de 250 pessoas.

O jantar iniciou por volta das 21horas, no cardápio macarrão, maionese, saladas, e carne assada, tudo preparado pelo pessoal do CTG que não deixou a desejar, a variedade de carnes e saladas agradou a todos. Teve ainda sobremesa e um cafézinho.

Logo após foi realizado um sorteio em parceria com a EMERCOR, o contemplado foi Vitacir Bacchi, associado, que recebeu um ano de plano de saúde para ele e seus dependentes.

Após, deu-se início ao baile, que fez com que todos se animassem para a pista de dança. Não faltou incentivo, já que os seis primeiros casais que foram para a pista foram presenteados com cerveja.

Em nome do Presidente Claudiomir Brum, o Sindicato Profissional dos Vigilantes de Caxias do Sul e Região da Serra Gaúcha agradece a todos que prestigiaram o evento. Obrigado!

Convite para Jantar Dançante

SINDICATO DOS VIGILANTES DE CAXIAS DO SUL estará promovendo para os seus associados e dependentes um JANTAR DANÇANTE EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO VIGILANTE, o qual será realizado no dia 23/06/2018, às 20 horas no CTG PAIXÃO CORTÊS (Rua Luigi Gallichio, nº 370 / em frente ao Centro Esportivo do SESI).

ASSOCIADO RETIRE O SEU CONVITE NO SINDICATO ATÉ O DIA 20/06/2018.

MAIORES INFORMAÇÕES ENTRAR EM CONTATO COM O SINDICATO: Fone: (54) 3223-2319 / 3027-2319. Rua Pinheiro Machado, 1640 – 4º Andar – Caxias do Sul – RS.

Caxias do Sul e Alto Uruguai encerram negociação com avanços e garantias

Caxias do Sul e Alto Uruguai encerram negociação com avanços e garantias

Com data-base em 01 de abril os Sindicatos dos Vigilantes de Caxias do Sul e do Alto Uruguai encerram a negociação coletiva.

Com data-base em 01 de abril e sindicato patronal que representa a região da Serra e Alto Uruguai (Sinesvino), os Sindicatos dos Vigilantes de Caxias do Sul e do Alto Uruguai encerram a negociação coletiva de trabalho com avanços e garantias para os trabalhadores lotados nos municípios de sua representação sindical.

Entre os avanços destacamos:

– Ganho real de 1,25% acima da inflação no período (1,56%) perfazendo um aumento total de 2,81% para os vigilantes e auxiliares de segurança privada;

– Aumento no vale-refeição que foi para R$ 22,00 e a garantia da diferença de R$ 8,60 para os trabalhadores que recebem alimentação no local de trabalho;

– Férias sem parcelamento;

Entre as garantias destacamos:

– Garantia do piso salarial para os vigilantes bancários;

– Garantia da Homologação das rescisões para os associados na sede do sindicato;

– Sustentação financeira da entidade, aprovada pelos trabalhadores em assembleia, durante 180 dias;

– Manutenção de cláusulas sociais de CCTs anteriores;

– A hora intervalar deverá ser no mínimo de 30 minutos, mas com a garantia do pagamento do período restante com 50%.

Este regramento aplica-se a partir de 01 de abril para os trabalhadores lotados nas seguintes regiões:

Caxias do Sul: Antônio Prado/RS, Bento Gonçalves/RS, Canela/RS, Carlos Barbosa/RS, Caxias Do Sul/RS, Farroupilha/RS, Flores Da Cunha/RS, Garibaldi/RS, Gramado/RS, Nova Petrópolis/RS, São Marcos/RS e Vacaria/RS.

Alto Uruguai: Entre Rios do Sul/RS, Erechim/RS e Getúlio Vargas/RS.

Fonte: Assessoria de Comunicação FEPSP-RS

MP que alterava reforma trabalhista perde a validade e prejuízos desabam em cima dos trabalhadores

Terminou nesta segunda-feira (23/04) o prazo de validade da Medida Provisória (MP 808) que alterava pontos amargos da reforma trabalhista, em vigor desde novembro do ano passado.

O prazo de vigência de uma medida provisória, que tem força de lei, é de 60 dias, prorrogáveis pelo mesmo período. Ela produz efeitos imediatos, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional. Já o Governo não fez nenhum esforço para a aprovação e, mais uma vez, quem pagará são os trabalhadores.

Na prática, o que fica valendo agora é o texto da reforma trabalhista com toda a contestação de pontos que ferem profundamente a dignidade do trabalhador.

Entre os pontos alarmantes, agora sem a Medida Provisória, está a permissão do trabalho de gestantes e lactantes em locais insalubres, o trabalho intermitente sem limites (quando o trabalhador fica a disposição da empresa, sem receber por isso, esperando ser chamado e recebendo literalmente uma esmola), a jornada 12×36 negociada individualmente, sem a necessidade de acordo com os sindicatos através das CCTs/ ACTs.

O trabalhador, que já vinha ferido, perdeu pontos valiosos para sua dignidade. É um descaso e retrocesso sem precedentes com os trabalhadores.

Todo esse retrocesso será sentido em curto prazo. O desmonte dos movimentos sociais e a tentativa de enfraquecer os sindicatos vêm claramente como manobra para legitimar as maldades constantes nesta perversa legislação criada, onde se beneficia o patronal às custas do sangue, suor e dignidade do trabalhador.

É hora dos vigilantes se juntarem ao seu Sindicato, mostrarem força e juntos, lutaremos por nossos direitos.

Fonte: Bom Dia CONTRASP

Judiciário tem se posicionado contra a Reforma no quesito contribuição sindical

O Poder Judiciário tem dado respostas positivas ao movimento sindical na questão do desconto obrigatório da contribuição sindical, que foi alterado pela Reforma Trabalhista, no contexto da Lei 13.467/17, que entrou em vigor no dia 11 de novembro de 2017.

As deliberações, até então, têm demonstrado isto e já somam mais de 42 decisões judiciais (são liminares, mandados de segurança e sentença) determinando o recolhimento das contribuições sindicais em favor dos sindicatos.

Os Ministérios do Trabalho e Público do Trabalho também emitiram 7 pareceres favoráveis a obrigação do recolhimento da taxa sindical anual em favor das entidades sindicais.

Isto vem demonstrar o reconhecimento do papel das entidades sindicais e a importância da sua sustentabilidade para garantir a luta em defesa da classe trabalhadora do país.

Fonte: Assessoria de Comunicação FEPSP-RS